Histórico da Navegação

 

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Histórico da Navegação

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A navegação surgiu a partir da necessidade de sobrevivência do homem na questão relativa a pesca, e de transporte, onde o homem, de forma muito primitiva, resolve elaborar seu instrumento de transporte. Mais tarde, o comércio viria a lançar uma segunda proposta de transporte marítimo para seus fins específicos, os produtos. No princípio, navegava-se em pequenas embarcações nos rios e baías, procurando sempre as águas mansas, mais seguras e à vista de terra. Com a ampliação das estruturas o homem passou a se aventurar em viagens cada vez mais demoradas mas sempre à vista da costa.

Com o aparecimento da vela  os navios tomaram maior raio de ação e aquela era utilizada como meio auxiliar de propulsão, visto que a propulsão principal era feita através de remos.

Os fenícios, com suas ambições comercias, foram os primeiros a se aventurar em alto mar com seus pequenos navios. Eles lançavam-se  em aventuras arriscadas e assim obtiveram êxito na viagem de circunavegação à África, quando estavam a serviço do Faraó Neco I. Seus navios eram estreitos e compridos, movidos a pano e seguiam duas diferentes utilidades, ora de uso comercial, ora de guerra ou até mesmo simultâneos.

Já no decorrer dos séculos  VIII e XI, os normandos e vikings tomam o posto de grandes navegadores com seus drakens e descobrem a Islândia, a Groenlândia entre outros lugares.

O aumento do tamanho dos navios, a invenção de uma série de instrumentos  de auxílio náutico e o ensino levado a efeito  na Escola de Sagres, fundada pela então monarquia portuguesa tiveram papel importante nas Grandes Navegações dos séculos XV e XVI. Foi aí que se deu a conquista de inúmeros lugares até então desconhecidos como a América  descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, a abertura dos caminhos para as Índias, por Vasco da Gama, em 1498,  o descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral em 1500, e a primeira viagem de circunavegação realizada por Fernão de Magalhães em 1504.

Aproximadamente na metade do século XIX, dá-se um salto na substituição dos navios movidos a pano pelos movidos a vapor pegando uma carona neste momento na tão comentada Revolução Industrial.

Com os navios modernos, de aço, de grande raio de ação, dotados de maior conforto,  instrumentos náuticos mais precisos e a introdução de métodos eletrônicos de obtenção da posição no mar as viagens tornaram mais rápidas e seguras.

Hoje esta significativa evolução se faz clara na comercialização entre países, onde o produto negociado passa de mão em mão de maneira  altamente eficaz tanto na questão prazo, quanto na precisão de entrega. Outra importante consideração, é que no tocante ao transporte de passageiros intercontinental ou através de rotas mais curtas, o que se vê é um mercado de Navios Transatlânticos altamente lucrativo, inovador  e cada vez mais preocupado com o bem estar das pessoas que neles freqüentam.