Luz Artificial

 

 

 

A luz é a radiação eletromagnética capaz de ser percebida pelo olho nu, cujo comprimento de onda varia de aproximadamente 370 a 800 nms, e que se propaga a uma velocidade de 299.972 km/seg. Muitas vezes essa luz é obtida de maneira artificial. Essa possibilidade permitiu um grande avanço no design visual externo e interno da arquitetura.

Basicamente, a luz artificial é obtida através de lâmpadas, seus formatos. Cada um desses itens serão citados a seguir.

 

Lâmpadas

 

Qualquer um dentre vários dispositivos utilizados para a produção de luz ou calor, por exemplo, através de gás ou eletricidade.

 

 

 

 

Lâmpada de Incandescência: Baseia-se em um filamento que emite luz quando aquecido à incandescência por uma corrente elétrica. Conhecida como lâmpada incandescente ou elétrica.

 

 

Lâmpada de Três Vias: Semelhante a anterior, porém  possui dois filamentos, de modo a permitir  a comutação entre três níveis sucessivos de iluminação.

 

Lâmpada de Tungstênio: Semelhante as anteriores, porém tem um filamento de tungstênio.

 

Lâmpada de Tungstênio e Halogênio: Lâmpada de tungstênio com um bulbo de quartzo contendo uma pequena quantidade de halogênio que se evapora ao ser aquecido e redeposita no filamento to_ das as partículas de tungstênios evaporadas. Também conhecida como lâmpada halógena ou de quartzo.

 

Lâmpada Halógena IR: Semelhante a anterior com um revestimento dicróico infravermelho para refletir a energia infravermelha de volta ao filamento, elevando o rendimento da lâmpada e reduzindo o calor radiante no feixe luminoso emitido.

 

Lâmpada de Descarga: Lâmpada na qual a luz é produzida pela descarga de eletricidade entre eletrodos, em um invólucro cheio de gás.

 

 

Lâmpada Fluorescente: Lâmpada tubular de  descarga na qual a luz é provida pela fluorescência de fósforo que reveste o interior de tubo.

 

Lâmpada Circular: Lâmpada fluorescente cujo formato é próprio para luminárias circulares.

 

 

Lâmpada em U: Lâmpada fluorescente em forma de U para luminárias quadradas ou retangulares.

 

 

Lâmpada Fluorescente Compacta: Qualquer uma dentre várias lâmpadas fluorescentes pequenas de alto rendimento, com tubo simples, duplo ou em U, e normalmente um adaptador para sua instalação em um soquete de lâmpadas de incandescência.

 

 

 

Lâmpada de Néon: Lâmpada de cátodo frio que emite luminosidade quando uma alta voltagem é aplicada entre dois eletrodos em um tubo de vidro contendo gás néon.

 

 

 

Lâmpada de Mercúrio: Lâmpada de descarga de alta intensidade na qual a produção de luz se dá por meio de uma descarga elétrica no vapor de mercúrio.

 

Lâmpada de Sódio: Semelhante a anterior, só que o meio é o vapor de sódio.

 

Lâmpada de Sódio de Baixa Pressão: Lâmpada de sódio que produz uma luz amarela fria, utilizada especialmente para iluminar rodovias. Também chamada lâmpada LPS.

 

Lâmpada de Sódio de Alta Pressão: Lâmpada de sódio que produz uma luz branco-dourada de espectro mais amplo do que uma lâmpada de sódio de baixa pressão. Também conhecida como lâmpada HPS.

 

Lâmpada de Halogeneto Metálico: Lâmpada de descarga de alta intensidade, de construção semelhante à de uma lâmpada de mercúrio, mas possui um tubo de arco elétrico ao qual vários halogenetos metálicos são acrescidos visando à produção de mais luz e ao aumento da fidelidade cromática.

 

 

 

 

Formatos

 

Bulbo A: Formato padrão arredondado dos bulbos das lâmpadas de incandescência de uso geral.

 

Bulbo B: Bulbo em forma de chama, utilizado em lâmpada de incandescência decorativas de baixa potência. Também conhecida como vela balão.

 

 

 

 

Bulbo C: Bulbo em forma de cone, utilizado de maneira semelhante a anterior.

 

 

 

Bulbo CA: Bulbo em forma de vela, utilizado de maneira semelhante as anteriores. Também conhecida como vela lisa.

 

 

Bulbo R: Bulbo refletor de vidro soprado para lâmpadas de incandescência e de descarga elétrica de alta intensidade, com um revestimento interno refletor e uma dianteira de vidro transparente ou fosco a fim de se obter a difusão desejada do feixe luminoso.

 

 

 

Bulbo PAR: Bulbo refletor parabólico de vidro fundido para lâmpadas de incandescência e de descarga elétrica de alta intensidade, provido de um refletor interno de formato preciso e, na dianteira, uma lente, a fim de se obter a difusão desejada do feixe luminoso.

 

 

 

 

Bulbo ER: Bulbo refletor elipsoidal para lâmpadas de incandescência, provido de um refletor inter_ no de formato preciso que absorve a luz e a redireciona segundo um padrão disperso a alguma distância à frente do filamento.

 

 

Bulbo A/SB: Bulbo A com uma calota refletora semi-esférica de prata defronte à base da lâmpada para reduzir o ofuscamento. Também chamado de bulbo prateado.

 

 

Bulbo G: Bulbo em forma de globo para lâmpadas de incandescência, com baixa luminosidade, para uso em áreas desabrigadas. Também chamada bolinha.

 

 

Bulbo PS: Bulbo em forma de pêra, própio para lâmpadas de incandescência grandes.

 

 

 

Bulbo S: Bulbo de lados retos, própios para lâmpadas de incandescência decorativas de baixa de potência.

 

 

Bulbo TB: Bulbo de quartzo para lâmpadas de tungstênio e halogênio, de formato semelhante ao de um bulbo A, porém com um perfil angular.

 

Bulbo MR: Bulbo refletor multifacetado para lâmpadas de tungstênio e halogênio, provido de refletores altamente polidos, distribuídos em pequenos segmentos, a fim de proporcionarem a difusão necessária do feixe luminoso. Também chamada lâmpada dicróica.

 

 

Bulbo T: Bulbo tubular para lâmpadas de incandescência e de descarga de alta intensidade.

 

Bulbo BT: Bulbo tubular protuberante para lâmpadas de descarga de alta intensidade.

 

 

 

Bulbo E: Bulbo elipsoidal para lâmpadas de descarga de alta intensidade.