FECHAMENTOS
INTRODUÇÃO

 Fechamentos são elementos verticais que servem para barrar e separar fluxos entre ambientes. Dependendo das características funcionais e materiais dos fechamentos, estes atuam da melhor forma para determinado caso. Por exemplo, no caso das alvenarias, podemos considerá-las como um tipo de fechamento quando o objetivo é barrar a luz solar. Já quando o objetivo é barrar o som ou as ondas eletromagnéticas, aquelas não atuam como fechamento, pois não impedem a passagem de tais ondas.
     Em uma arquitetura, as trocas de energia (luz ou calor) entre os meios exterior e interior, tem como cerne o envelope construtivo, que envolve o ser humano. No estudo deste “envelope” deve-se considerar, simultaneamente, todos os fatores que intervém no problema. Um deles é a radiação solar, diante da qual os materiais de construção se comportam de modo distinto. É, portanto, conveniente distinguir o envelope construtivo em duas partes: os fechamentos opacos e os transparentes. A principal diferença entre os dois é justamente sua capacidade (transparentes ) ou incapacidade (opacos) de transmitir a radiação solar para o ambiente interno.
     A parcela da radiação transmitida para o interior atuará nas condições de conforto de forma instantânea, sendo portanto a principal fração dos ganhos térmicos em ambientes.
 Entendendo os conceitos de transmissão de calor e o comportamento térmico dos fechamentos, o arquiteto poderá dimensionar e especificar corretamente as aberturas e os materiais a serem entregados na obra.
     Em um fechamento opaco, a transmissão de calor acontece quando há uma diferença de temperatura entre suas superfícies interior e exterior. O sentido do fluxo de calor será sempre da superfície mais quente para a mais fria.
     Nos fechamentos transparentes podem ocorrer os três tipos básicos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. Com relação às duas primeiras, o comportamento é semelhante ao dos fechamentos opacos, acrescentando aos transparentes a possibilidade do controle das trocas de ar entre interior e exterior, basicamente ao abri-los ou fechá-los. A radiação é que se torna o principal fator devido à sua parcela diretamente transmitida para o interior ( inexistente nos fechamentos opacos ), que depende da transmissividade do vidro.

 
PAREDES E TABIQUES
Paredes são os elementos portantes verticais de secção reta alongada. Os tabiques em troca não têm função portante alguma.
 No geral as paredes se distinguem entre aquelas que se levantam por cima do solo e as situadas sob a terra.
Nos imóveis de estilo moderno, as paredes são de certo modo tabiques divisórios de características bem definidas que se incorporam a uma armação portante de concreto armado ou de estrutura metálica, recorre às  vezes às paredes para realizar seu vigamento. Estas divisões oferecem ao mesmo tempo proteção e um isolamento térmico e acústico.
Materiais leves e porosos são ótimos isolantes térmicos, assim como as câmaras de ar presas entre paredes, quando bem ventiladas. O armazenamento de calor, ou volante térmico, se consegue com o emprego de materiais densos, o que permite uma economia de combustível previsto para a calefação. O isolamento acústico se consegue em parte por meio do emprego de materiais densos que oferecem uma elevada inércia às vibrações sonoras.
 Os principais materiais de que se dispõe para a construção de paredes são a pedra natural, os aglomerados de concreto e os ladrilhos de argila cozida. Juntam-se a eles materiais que agrupam suas diversas qualidades:  os aglomerados leves, os concretos com inclusão de ar, ou os de pedra-pome, de pozolana, etc; ou elementos de terra cozida com câmaras importantes de ar ou misturados com materiais isolantes.
 Os princípios gerais apresentados por estes materiais resumem-se em: - devem ser postos de modo a receber as forças que devem suportar perpendicularmente ao leito de sua estrutura; - as juntas dispostas no plano das forças devem ficar deslocadas de fileira a fileira para dar perfeita coesão á parede e igualmente a distribuição e transmissão das cargas; - este deslocamento das juntas afeta não só às faces das paredes como também à estrutura interna da mesma; - entre dois blocos contíguos o espaço cheio de argamassa ou de um aglomerante adequado deve formar uma junta contígua cuja espessura seja a mais constante possível.
 


Paredes como elementos de alvenaria

Dependendo da utilização e da forma como é feita, a alvenaria pode apresentar-se das seguintes formas :
- Alvenaria não armada : Nesse tipo de alvenaria, os reforços de aço ( barras , fios e telas ) ocorrem apenas por necessidades construtivas.
- Alvenaria Armada : A alvenaria  armada é reforçada devido à exigências estruturais. São utilizadas armaduras passivas de fios, barras e telas de aço.
- Alvenaria Protendida : Alvenaria reforçada por uma armadura ativa (pré-tensionada ) que submete a alvenaria à esforços de compressão.
- Alvenaria Resistente : São as alvenarias construídas para resistirem à cargas outras além do próprio peso.
- Alvenaria Estrutural : Diferencia-se da alvenaria resistente por ser dimencionada segundo métodos de cálculo racionais e de confiabilidade determinável enquanto à alvenaria resistente é dimensionada empiricamente.
As paredes são os elementos estruturais da alvenaria. São definidas como elemento laminar vertical apoiado de modo contínuo em toda sua base, com comprimento maior que cinco vezes a espessura. De acordo com a função estrutural que exerce, as paredes são definidas como:
- Paredes de vedação: são aquelas que resistem apenas ao próprio peso e têm função de separação de ambientes internos ou de fechamento externo.Não têm nenhuma responsabilidade estrutural.
- Paredes Estruturais : Têm a função de resistir à todas as cargas verticais do próprio peso, as de ocupação e as acidentais aplicadas sobre elas.
- Paredes de Contraventamento : São as paredes estruturais projetadas para suportarem também as cargas horizontais – originadas principalmente pela ação dos ventos – paralelas ao seu plano.
- Paredes Enrijecedoras : Têm  a função de enrijecer as paredes estruturais contra a flanbagem.
- Pilares de alvenaria : São os elementos isolados que resistem a cargas de compressão e com largura menor que quatro vezes a espessura.

Alvenaria de pedra natural
 A pedra oferece material resistente e pode apresentar certas vantagens econômicas quando próximo ao lugar de extração. Convém determinar em cada caso o tipo de alvenaria mais adequado ao material e realizar sua colocação segundo a técnica particular que implica. O efeito estético oferece interessantes possibilidades como efeito decorativo e de suporte de cargas.
 Em certas regiões a alvenaria de pedra é considerada artigo de luxo devido à escassez de mão-de-obra qualificada, o preço dos transportes e da manutenção de um peso morto do trabalho na construção da alvenaria de pedra natural. Outro obstáculo é a baixa qualidade de isolamento térmico da pedra, que requerem geralmente paredes duplas ou de considerável largura.

Alvenaria de tijolo
Vastamente empregada nas construções, pode ser considerada a mais difundida. Essa preferência provém da rapidez e consequente economia de sua execução, graças ao pouco peso e às pequenas dimensões do tijolo, que facilita o transporte e o manejo.
O isolamento térmico das paredes de tijolo é excelente. Oferece boa aderência à argamassa, em virtude de sua aspereza e poder absorvente. A argila cozida, de que é feito o tijolo, constitui material leve muito apropriado para a realização de paredes de fachada e de tabiques divisores internos sempre que desejem boas condições de isolamento e um volante térmico favorável.
A espessura das paredes é sempre um múltiplo das dimensões dos tijolos e a espessura das juntas é em média de 1 cm. As variações são paredes de ¼, de meio, de um tijolo, de um e meio, de dois e mais tijolos, conhecidas como paredes de cutelo, de 15 ou frontal, de 30, 45, 60, etc.
Paredes de cutelo – feitas com tijolos assentes segundo a espessura e o maior comprimento. Empregam-se nas divisões internas dos edifícios e desde que se disponha de boa base, sendo reforçadas quando muito altas ou largas.
 Paredes de frontal- formadas de tijolos assentes segundo a sua face maior e de modo que a largura corresponda à espessura da parede. Servem não somente para vedação como para suportar esforços. Empregam-se nos interiores para a amarração de paredes perimetrais muito extensas ou quando existem pisos ou divisões na parte superior, também no exterior com pilares de reforço. São recomendadas quando tomadas medidas de proteção, o que nem sempre é econômico.
Paredes de um tijolo – também chamadas de 30, têm como espessura o comprimento do tijolo, que pode ser disposto de diversos modos. As mais empregadas são de tijolos perpianhos  e a chamada inglesa, alternando uma fiada de perpianhos com uma de placas. È aconselhável como espessura mínima para as paredes externas, além de boa resistência oferece boa ipermeabilidade quando convenientemente argamassadas e revestidas.
Paredes de tijolo e meio- conhecidas também como paredes de 45, têm por espessura um tijolo e meio.
Paredes de dois tijolos – têm a espessura de dois tijolos e são também conhecidas por paredes de 60.
As paredes superiores a dois tijolos formam-se da mesma maneira, tendo-se apenas o cuidado de desencontrar as juntas em cada fiada.
Paredes ocas – empregadas quando há necessidade de um isolamento térmico e acústico, e para a obtenção de maciços mais leves. São formados de duas paredes entre as quais há um vazio de espessura equivalente mais ou menos a um quarto de tijolo.


Alvenaria de blocos

As alvenarias de pequenos blocos são usadas nas edificações, empregando-se blocos cerâmicos, sílico-calcários e de concreto. Para a utilização em alvenaria estrutural, estes devem apresentar resistência à compressão, baixa absorção de água, durabilidade e estabilidade dimensional.

Os blocos cerâmicos, segundo a NBR 7171/83, são definidos como sendo componentes de alvenaria que possuem furos prismáticos e/ou cilíndricos perpendiculares às faces que os contém. Define, ainda, que blocos portantes são unidades vazadas com furos na vertical, perpendiculares à face de assentamento, e são classificados de acordo com sua resistência à compressão. Sua qualidade está intimamente relacionada à qualidade das argilas empregadas na fabricação e também ao processo de produção.
Os blocos sílico-calcários são unidades de alvenaria composta por uma mistura homogênea e adequadamente proporcionada de cal e areia quartzosa moldadas por prensagem e curadas por vapor de pressão. Suas principais características são a boa resistência, durabilidade e grande uniformidade dimensional.
Já os blocos de concreto, podem ser produzidos em diferentes geometrias e com resistências à compressão variáveis, de acordo com a proporção das matérias-primas que os constituem.
Atualmente, as fábricas de blocos de concreto, utilizam tecnologia avançada para o controle de qualidade, levando-se em conta desde exigências estruturais até a estética do produto.
O concreto deve ser constituído de cimento Portland, agregados e água. Os agregados devem satisfazer as especificações próprias de cada material. Os blocos devem ser fabricados e curados por processos que assegurem a obtenção de um concreto suficientemente homogêneo e compacto, não devendo apresentar trincas, fraturas ou outros defeitos que possam prejudicar o seu assentamento ou afetar a resistência e durabilidade da construção.
   Quando maciços, o assentamento de blocos é feito como quando de tijolos. Quando furados coloca-se os orifícios verticalmente, argamassando as juntas verticais com o auxílio de uma régua, fazendo coincidir os furos com os da fiada anterior.
As paredes de blocos furados,  avantajam-se pelas suas qualidades isolantes do som e do calor, além de serem mais leves e também econômicas.

Paredes de cortiça
Têm geralmente 6 a 8 cm de espessura e o seu peso, sem revestimento, oscila entre 30 a 40 quilos por m2, podendo tomar-se por base 400 a 500 Kg pata o peso do m3
As chapas de cortiça são assentes com argamassa de gesso e com as juntas desencontradas, sendo a parede depois rebocada.

Paredes de concreto premoldado
São idênticas às de cortiça, feitas com chapas premoldadas de concreto leve, de pedra-pomes, lava ou escórias, ou então de concreto celular ou esponjoso. As paredes são depois rebocadas.
O isolamento acústico, que é proporcional à resistência à compressão, é em geral bom. O isolamento térmico apresenta dificuldades.

Paredes de tela argamassada
São formadas por uma rede de arame de ferro grosso sobre a qual de estende uma tela metálica de 1 a 2 mm de espessura, com malhas de 2 a 3 cm, que se amarra convenientemente. Pode usar-se também uma rede de sarrafos ou uma parede de madeira ou tafifes e sobre a qual se prega a tela metálica em uma ou em ambas as faces, conforme a necessidade. O enchimento da parede  com argamassa é de 2 a 3 cm de espessura. Depois de seca a argamassa, a parede recebe o revestimento.
 

Paredes de fibrocimento e de fibra vegetal
São paredes mistas, pois exigem um esqueleto de madeira para fixação das lâminas.
Fibrocimento- as lâminas de fibrocimento são presas por meio de parafusos de cabeça  chata a uma trama formada por montantes e travessas convenientemente distanciadas. As juntas enchem-se depois com mastique especial, fornecido pelos fabricantes, ou então se revestem com mata-juntas do mesmo material. Uma vez concluídas, as paredes são pintadas.
Fibra vegetal- são engastadas ou pregadas em montantes, recebem, neste caso, um mata-junta de madeira. As paredes fazem-se simples ou duplas e a fibra pode ficar aparente ou ser pintada com tinta a cal, precedida de uma demão de água de cola. Os mata-juntas são envernizados ou pintados com tinta a óleo.

Paredes translúcidas
As paredes de material translúcido além de isolar o som e o calor deixam passar a luz. São feitas com tijolos furados, de vidro, os quais se assentam com argamassa. Os tijolos são indicados especialmente para os locais em que se deseja luz difusa e temperatura uniforme.


Paredes de madeira
As paredes de madeira são feitas de vigas ou de tábuas.
As de vigas dispensam o esqueleto e são construídas com paus roliços, ou esquadriados que se sobrepõem.
A ligação dos paus roliços é feita por meio de entalhes duplos a meia madeira e a parte inteira pode ficar roliça ou ser aplainada. Nos ângulos as vigas se cruzam formando orelhas de 25cm a 30 cm.
As vigas esquadriadas ligam-se a meia madeira e não têm orelhas nos ângulos. A face interna dessas paredes pode ser estucada ou revestida com tábuas. As paredes divisórias são feitas com vigas ou tábuas conforme o acabamento interno das paredes perimetrais.
O revestimento interno  pode ser constituído pela própria parede, que fica aparente e recebe mata-juntas, por um segundo revestimento afastado de 5 a 8 cm e feito de tábuas de forro, lâminas de fibras de madeira ou de fibrocimento ou com tábuas brutas argamassadas.
As faces aparentes da madeira são pintadas a óleo, com tinta a óleo ou com verniz, enquanto a fibra de madeira não necessita de pintura, entretanto pode ser caiada a côr. O fibrocimento pode ficar aparente ou ser pintado com tinta a óleo.
Paredes de tábuas são simples ou duplas, conforme sejam constituídas somente pelo revestimento externo ou tenham também um forro interno. Na face externa as tábuas podem ser colocadas vertical ou horizontalmente. Usam-se tábuas brutas ou aplainadas.
As paredes simples internas fazem-se com tábuas brutas de forro ou de soalho, conforme o pé direito, colocadas verticalmente e com mata-juntas numa ou em ambas as faces, podem ser argamassadas constituindo vulgarmente o que se denomina de estuque.
Em lugar de tábuas brutas empregam-se ainda tábuas aplainadas de junta seca, também com mata-juntas aplainados e colocados numa ou em ambas as faces.
Paredes duplas fazem-se com tábuas de forro pregadas verticalmente nos dois lados das travessas, constituídas de sarrafos de 2,5 cm por 5 a 7 cm e afastados de 1 cm a 1,5 cm. Colocam-se as tábuas também no sentido horizontal com sarrafos verticais. As paredes quando brutas ou argamassadas são caiadas e quando aplainadas recebem óleo ou pintura com tinta a óleo.
Paredes de madeira argamassada - Impropriamente denominadas de estuque, têm a ossatura constituída de tábuas brutas que devem ser estreitas para maior número e aproximação das juntas. No piso e no teto pregam-se dois tafifes para alinhar e fixar as tábuas. Sobre as duas faces da parede pregam-se tafifes horizontais com o afastamento médio de 2 cm, aproximadamente igual à sua largura. Terminada a ossatura, procede-se ao enchimento da parede com argamassa mista que deve penetrar nos interstícios dos tafifes e das tábuas.
Antigamente usavam-se ripas de côco em lugar do tafife e o enchimento era feito com argila.

ANEXO:  A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NA VIDA DO ARQUITETO.

    O homem foi o primeiro e , por hora , único animal a desenvolver sua capacidade intelectual ao ponto de transformar a natureza. Através da evolução do seu ógão superior , o cérebro , princpalmente o papel que coube à memória , além , é claro da postura ereta , que levou à ampliação de seu campo visual e consequentemente a ampliação
de seus horizontes.
    Ë a partir desse momento especial , a aparição , quem sabe , ocasional de um ser que pudesse criar , transformar , aprimorar esse universo de matéria em constante revolução que originou-se também aquilo que tomamos hoje por tecnologia,
 ou seja, a via pela qual criam-se métodos de transformação do meio, energia e forças, atravéz das idéias.
    Por tanto são as idéias a matéria prima da tecnologia.E é a necessidade, a matéria prima das idéias. Quando o homem sentiu a necessidade de mover grandes pedras e teve condições de formular um princípio geométrico que gerasse uma solução inventiva como a roda, neste momento ele gerou uma tecnologia, que apreendida pela memória e pelo uso, perpetuou-se.
    O primeiro arquiteto foi aquele que saiu da caverna e empilhou folhas e gravetos, para não ficar ao relento. Na segunda noite ele repetiu o primeiro arranjo e então criou uma nova técnica, a da construção, que vem sendo trbalhada desde então por nós, arquitetos, engenheiros, filósofos e estudantes, desde o início dos tempos.
    Dando um salto gigantesco, deparamo-nos agora com o século XXI, da era cristã. Os materiais, que antes eram encontrados apenas em estado pura, agora são bolados por quimicos, fisicos e até biólogos. As técnicas, anteriomente tribais, são hoje os programas de cálculo estrutural.
    A arquitetura é uma ciência. Dentre as ciências ela está em em posição privilegiada, pois nela entrega-se uma tecnologia calcada no desenvolvimento do bem estar e do progresso do ser humano, além da possibilidade de interação dessa tecnologia com as esferas da estética, da história e da vida em sociedade.
    No que diz respeito as tendências estético-arquitetônicos atuais, a chamada "arquitetura de alta tecnologia" anda muito em voga, compreendendo nomes como Santiago Calatrava, Nicholas Grinchall, Renzo Piano e outros arquitetos, que comprova que o caminho da arquitetura é e sempre foi o caminho da tecnologia e do seu contínuo melhoramento.
    Assim, o arquiteto deve viver antenado no que há de novo em todos os ramos que aportem à novas tecnologias, assim como na s novidades da estética e nos rumos da sociedade. Enfim, o título deste anexo não deveria reportar-se à importância, mas sim à essencialidade da tecnologia na vida do arquiteto. Ela é essencial à profissão tanto quanto à humanidade, sua inventora.
 
 

    Esse trabalho foi desenvolvido pelos acadêmicos:

    - Bernardo Brasil Bielschowsky.
    -Diego F. Pérez Rial
    -Diego Steffen Morais
    -Fabíola
    -Filipe Maciel
 

BIBLIOGRAFIA

ROMAN, Humberto Ramos; MUTTI, Cristine Nascimento; ARAÚJO, Hércules Nunes de
                Construindo em Alvenaria Estrutural - Editora da UFSC, 1999

LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O. R.
                Eficiência Energética na Arquitetura - PW Editores,1997

TAUIL, Carlos Alberto
                Alvenaria Armada - Editora Projeto, 1981

Catálogo Blocaus - Empresa Blocaus pré-fabricados

Catálogo Brick - Sahara, Ind. e Com. de Máquinas e Equipamentos Ltda.

ARQ5661 - TECNOLOGIA DE EDIFICAÇÃO I

Críticas e Sugestões: Prof. Anderson Claro